Mesmo com o mercado de imóveis novos aquecido, os usados e seminovos não perderam espaço no cenário imobiliário. Na hora de escolher sempre aparecem várias dúvidas, seja em relação à localização do imóvel, a metragem, valores e taxas.
De acordo com Sariva Lima, gerente de locação e administração de aluguéis da Habitec Imóveis, quem decide é o preço. “Geralmente o fator predominante na escolha é o preço e os apartamentos seminovos devem pelo menos vir com armários nas cozinhas e um quarto com suíte. Observamos essa tendência hoje”, destaca. Apesar de o preço ser decisivo, é necessário que os compradores analisem outros detalhes:
– Manutenção: Nos imóveis usados, o consumidor deve fazer uma vistoria completa para não arcar com grandes gastos, principalmente se há vazamentos e se a parte elétrica do imóvel está em boas condições. Já nos apartamentos novos, os gastos com manutenção geralmente só começam depois de aproximadamente três anos. Esse valores também devem ser considerados na hora de fechar negócio, para depois não pesarem no orçamento.
– Histórico da construtora e incorporadora: Para empreendimentos novos é preciso pesquisar a história da incorporadora e da construtora. Documentos que revelem a idoneidade das duas e os depoimentos de antigos compradores podem fazer a grande diferença, principalmente quando se trata de prazos para a entrega da obra, dos acabamentos e material usado pela construtora.
– Novo X Usado: Imóveis usados bem conservados podem competir em relação a preços com os novos, porém a diferença no tamanho da planta é o que mais afasta os dois. Os usados têm espaços maiores que os novos, mas muitas vezes oferecem apenas uma vaga de garagem. Os novos são mais modernos, com opções e áreas de lazer que os usados dificilmente vão oferecer.
Fonte: EXCOM Comunicação
