Colégio Santo Anjo transforma todas as cinco unidades em ensino bilíngue e uma unidade se torna trilíngue a partir de 2027

 

Rede amplia a proposta pedagógica em 2027 após dez anos de preparação, que inclui formação e mudança cultural

O domínio de um segundo idioma deixou de ser um diferencial para se tornar parte da formação de estudantes preparados para um mundo cada vez mais conectado. No Colégio Santo Anjo, um dos maiores do Paraná, com cerca de 3 mil alunos, esse movimento surgiu como resultado de um projeto educacional desenvolvido ao longo dos últimos dez anos.

A partir de 2027, o colégio estende a proposta bilíngue para todas as unidades e consolida uma trajetória marcada por parcerias internacionais, certificações reconhecidas mundialmente e investimentos contínuos na formação de professores, currículo e metodologias. Ao mesmo tempo, a unidade Santa Felicidade passa a oferecer uma proposta trilíngue, incorporando o espanhol à jornada de aprendizagem desde os primeiros anos escolares.

Segundo a diretora Siona Boiko, o objetivo sempre foi construir uma educação com perspectiva internacional. “Tornar o Santo Anjo totalmente bilíngue faz parte de um caminho que já estava sendo desenhado dentro da nossa visão de futuro para a educação”, relata.

Um projeto em constante evolução

A internacionalização do Santo Anjo tem como um de seus pilares a parceria com a Cambridge University Press & Assessment, instituição britânica de renome global, responsável por apoiar a construção da formação linguística dos alunos. Em 2026, o colégio alcançou, pelo nono ano consecutivo, 100% de aprovação nos exames oficiais de Cambridge, certificados com reconhecimento internacional.

Nos últimos anos, a instituição também criou programas voltados à formação global e iniciou iniciativas como o High School e a primeira unidade de Educação Infantil com proposta bilíngue, lançada em 2025. Esses marcos fazem parte de uma estratégia contínua, que agora se expande para toda a rede. “Não estamos começando um projeto em 2027, mas consolidando um caminho percorrido pelo Santo Anjo”, afirma Siona.

Santa Felicidade se torna unidade trilíngue

Uma das novidades do projeto está na unidade Santa Felicidade, que passa a incorporar o espanhol à proposta pedagógica e torna-se oficialmente uma unidade trilíngue. Siona Boiko afirma que a iniciativa fortalece o repertório linguístico e cultural dos estudantes desde a infância. “O espanhol será integrado à jornada de aprendizagem de forma adequada a cada faixa etária”, assinala.

Bilinguismo requer mudanças na cultura escolar

A transformação exigiu mudanças estruturais dentro da escola, incluindo formação linguística e pedagógica das equipes, revisão curricular, seleção de novos materiais didáticos e criação de ambientes que favorecem o uso cotidiano do idioma.

De acordo com Siona, o processo envolveu uma mudança de cultura escolar. “Foi necessário preparar os profissionais para utilizar o inglês em diferentes situações da rotina escolar. Isso envolve desde o desenvolvimento linguístico até a preparação para práticas pedagógicas e interações cotidianas no idioma”, conta.

High School com formação dupla

A partir de 2027, a Educação Infantil passa a ser integralmente bilíngue em todas as cinco unidades da rede, em Curitiba. Já no Ensino Fundamental, os estudantes terão propostas estruturadas conforme cada etapa, enquanto algumas jornadas bilíngues serão optativas, permitindo que as famílias escolham o modelo mais adequado aos objetivos de cada aluno.

No Ensino Médio, a internacionalização também se fortalece por meio de programas como o Global Performance, que integra a formação regular ao High School com dupla formação, ampliando as oportunidades acadêmicas nacionais e internacionais. Além disso, o colégio oferece o ITAMED, curso especial voltado aos alunos do Ensino Médio que demonstram alto rendimento acadêmico e grande dedicação aos estudos e tenham intenção de prestar Vestibular em faculdades com alto nível de exigência.

Para o Colégio Santo Anjo, o ensino bilíngue vai além da fluência. A proposta busca fazer do inglês um instrumento de comunicação, produção de conhecimento e acesso a diferentes culturas. “Nosso objetivo não é simplesmente formar alunos que saibam inglês. Queremos formar alunos que consigam usar o inglês para aprender, criar, se comunicar e ir além”, conclui Siona Boiko.

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