O dia já começa cheio de responsabilidades: arrumar as crianças, verificar suas agendas, levá-las ao colégio e seguir para o trabalho, onde outra série de compromissos o aguarda: o relatório do dia anterior não ficou a contento e terá de ser refeito, a agenda está com reuniões marcadas até o final do dia e sua equipe está ávida por informações para concluir aquele projeto iniciado há dois dias e que deverá ser entregue na manhã seguinte. Isto lhe parece familiar?
A jornada dupla que hoje afeta tanto homens como mulheres traz, em médio prazo, resultados nada benéficos para quem está no olho do furacão.
As consequências não afetam apenas a saúde física, o cansaço mental é o principal ponto de partida para uma seqüência de problemas, a começar no próprio trabalho: queda no rendimento, irritabilidade, falta de concentração, indisposição com a equipe. Todos estes ingredientes podem ser o suficiente para o início de um declínio profissional e pessoal.
“À medida que esse perfil profissional se torna cada vez mais comum no mercado, cresce também a necessidade de aprender a lidar com os impactos negativos provocados pelo stress”, aponta Renata Maria Reginato, Psicóloga e diretora da Pulsar – Centro Especializado em Psicologia Estratégia.
“Atuamos no desenvolvimento de competências que ensinam estes profissionais a transformarem o stress em uma ferramenta benéfica. O foco principal dos nossos trabalhos são executivos de grandes empresas e profissionais liberais”.
Um dos trabalhos aplicados pela Pulsar é o desenvolvimento da Resiliência, um conceito emprestado da física que é a última palavra em gestão. A resiliência é a capacidade do ser humano de adaptar-se às mudanças e passar por adversidades saindo fortalecido emocionalmente.
Fonte: Básica Comunicações
