O suíço Luis Molina-Pantin, que atualmente vive na Venezuela, está expondo seu trabalho na 6ª VentoSul – Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba.
Ele documenta, por meio de fotografias, a chamada “narco-arquitetura”, uma arquitetura híbrida observada em empreendimentos e mansões pertencentes a traficantes de drogas e mafiosos na Colômbia, construídas entre os anos 80 e 90.
Juntamente com as fotografias, a obra do artista, que tem o subtítulo irônico “A narco-arquitetura e suas contribuições à comunidade”, apresenta pequenos textos explicativos sobre as edificações fotografadas.
As obras do artista podem ser conferidas no Museu da Gravura Cidade de Curitiba, localizado no Solar do Barão (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 – Centro).
A 6ª Bienal de Curitiba está aberta ao público e permanece na cidade até o dia 20 de novembro, com obras de mais de 80 artistas de 37 países dos cinco continentes.
Para conferir a programação completa basta acessar o site www.bienaldecuritiba.com.br.
Fonte: Lide Multimídia
