Tem sido bastante divulgado o fato de que o brasileiro é um dos maiores consumidores de equipamentos de informática e telecomunicações e que está previsto que o Brasil terá um grande crescimento na área de turismo já a partir de 2011.
São ótimas notícias, mas como fica o agente de viagens neste cenário? Será que estes profissionais ficarão abandonados pelo mercado ou nascerão novas oportunidades? As Empresas Schultz apostam na segunda teoria e aqui vai um alerta para quem pensa o contrário: temos cadastradas cerca de 16 mil agências de viagens, num universo de 20 mil espalhadas pelo Brasil.
Em vez de investir milhões somente na participação em feiras, distribuição de brindes e em ações momentâneas de promoção, resolvemos enxugar o orçamento, promovendo as mesmas ações em escala menor, para poder investir em tecnologia. E é essa tecnologia que está à disposição do agente de viagens, impactando diretamente em um lugar mais interessante: seu bolso.
Nossos sistemas, que até o final de 2010 ainda estarão em fase de finalização, movimentaram neste ano, até o momento, cerca de 15 milhões em comissões para agentes de viagens. À partir de 2011, com os sistemas finalizados, as previsões são infinitamente maiores.
Foto: Aroldo Schultz é diretor geral das Empresas Schultz. Começou sua carreira há 25 anos como office boy em uma agência de viagens e hoje tem sob sua guarda oito empresas ligadas ao setor de turismo
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Fonte: Alléttera Comunicação Empresarial
